sexta-feira, 3 de julho de 2009
Mas pai, por favor entenda que eu tenho vida própria, sei caminhar, tenho metas, objetivos, pretendo alcança-los um dia com ou sem a sua ajuda (...) entenda também que eu não sou um bichinho o qual você pode regular e tratar o tempo todo, não sou um robô o qual você pode mandar e controlar, eu sou humana, pai, tenho carne, ossos e sentimentos, eu sinto dor, eu sinto dores alheia, eu sinto quando você chora por mim, mas não enxergo os motivos que te causam isso. Eu te peço, por favor, se afaste de mim e deixe-me respirar, pelo menos uma vez em paz. Eu não pretendo fugir, me esconder em lugar algum, eu estarei aqui do seu lado, desde que você me dê liberdade, por favor, solte-me dessa corrente que é dar continuação dos seus sonhos.
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